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Godzilla: The Planet Eater: mudanças entre as edições

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{{DISPLAYTITLE:''Godzilla: The Planet Eater''}}
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Título original: '''Godzilla: The Planet Eater'''.<br>
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URL original: https://pt.wikipedia.org/wiki/Godzilla:_The_Planet_Eater<br>
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! colspan="2" class="infobox-above" | ''Godzilla: The Planet Eater''
Importado em: 2026-06-28 11:58 UTC.<br>
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! Kanji
| ゴジラ星を喰う者
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! Transcrições
| Transcrições revisadas de Hepburn Gojira: Hoshi wo Kū-mono
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! Hepburn revisada
| Gojira: Hoshi wo Kū-mono
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! Direção
| Kobun Shizuno Hiroyuki Seshita
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! Roteiro de
| Gen Urobuchi
|-
! História por
| Gen Urobuchi [a]
|-
! Produzido por
| Takashi Yoshizawa
|-
! Elenco
| Mamoru Miyano Takahiro Sakurai Tomokazu Sugita Yuki Kaji
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! Música de
| Takayuki Hattori
|-
! Produtoras
| Imagens de polígono Animação Toho
|-
! Distribuído por
| Toho Visual Entertainment [1] (Japão) Netflix (em todo o mundo)
|-
! Datas de lançamento
| 3 de novembro de 2018 (03/11/2018) (Tóquio) 9 de novembro de 2018 (09/11/2018) (Japão)
|-
! Duração
| 91 minutos [2]
|-
! País
| Japão
|-
! Idioma
| japonês
|-
! Bilheteria
| US$ 1,5 milhão [2]
|}
 
Godzilla: The Planet Eater (ゴジラ星を喰う者, Gojira Hoshi wo Kū-mono) [b] é um filme japonês de animação por computador de 2018 kaiju dirigido por Kōbun Shizuno e Hiroyuki Seshita. Produzido e animado pela Toho Animation e Polygon Pictures, em associação com a Netflix, é o 34º filme da franquia Godzilla, o 32º filme Godzilla produzido pela Toho, o último filme da trilogia de anime da franquia e o quarto filme da era Reiwa da franquia. [c]
 
Godzilla: The Planet Eater conclui a narrativa da trilogia de anime, ocorrendo após os acontecimentos de Godzilla: Planeta dos Monstros e Godzilla: Cidade no Limite da Batalha. O filme segue a humanidade e seus aliados extraterrestres, enquanto eles contam com Godzilla para derrotar o destruidor de planetas, Rei Ghidorah. Godzilla: The Planet Eater foi lançado nos cinemas no Japão em 9 de novembro de 2018 e foi lançado mundialmente na Netflix em 9 de janeiro de 2019.


{{Reciclagem|data=fevereiro de 2019}}
{{revisão sobre|cinema|data=fevereiro de 2019}}
{{Sem fontes|data=fevereiro de 2019}}
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{{má tradução|data=fevereiro de 2019|cine}}
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'''''Godzilla: The Planet Eater''''' (GODZILLA 星を喰う者 ''Gojira: Hoshi o Kuu Mono'', também conhecido como '''''Godzilla Parte 3: O Devorador de Planetas''''') é um filme [[Japão|japonês]] de [[computação gráfica]] de 2018, produzido pela [[Tōhō|Toho Animation]] e animado pela [[Polygon Pictures]] em associação com a [[Netflix]]. É o 34º filme da franquia ''Godzilla'', o 32º filme do ''Godzilla'' produzido pela Toho e o último da trilogia. É a continuação de ''[[Godzilla: City on the Edge of Battle|Godzilla: Cidade no limiar da Batalha]]'' e é co-dirigido por [[Kōbun Shizuno]] e [[Hiroyuki Seshita]]. O filme foi lançado nos cinemas do Japão em [[9 de novembro]] de [[2018]] e lançado mundialmente pela [[Netflix]] em [[9 de janeiro]] de [[2019]].


== Enredo ==
== Enredo ==


Após a devastação da cidade causada por [[Mechagodzilla|Mecha-Godzilla]], Metphies expressa admiração pela humanidade, enquanto os sobreviventes Bilusaludos buscam justiça contra Haruo.
Após a destruição da cidade de Mechagodzilla, [d] os Bilusaludo restantes a bordo do Aratrum exigem justiça para Haruo destruindo o que eles consideraram necessário para derrotar Godzilla. Os humanos discordam, acreditando que Haruo expôs as verdadeiras intenções do Bilusaludo de assimilar a Terra. A revolta de Bilusaludo e o fechamento da casa de máquinas do navio, obrigando o navio a funcionar com baterias secundárias pelos próximos dois dias. Na Terra, o Dr. Martin diz a Haruo que Yuko está com morte cerebral, com o nanometal em seu corpo mantendo-a viva. Aqueles tratados pelos Houtua sobreviveram à tentativa do nanometal de absorvê-los, com Methphies enganando os sobreviventes fazendo-os acreditar que sua sobrevivência foi uma intervenção divina. Methphies planeja trazer o deus dos Exifs para a Terra e precisa da ajuda de Haruo para tornar isso possível. Dr. Martin aconselha Haruo a se esconder até que a tensão diminua.


Na Terra, um fervor religioso crescente sob o domínio de Metphies é relatado, com ele alegando que um "milagre" os salvou do Nano metal. Martin informa Haruo de que Yuko sofreu morte cerebral, embora seu coração continue a bater devido à presença do Nano metal. A revelação do pó dos Houtua como salvador do Nano metal é mantida em segredo, pois Metphies acredita que Haruo temia que o Nano metal pudesse consumir o planeta após a derrota de Godzilla.
Haruo é escoltado até um acampamento remoto pelas gêmeas Houtua, Maina e Miana. Miana explica em particular a Haruo que seu povo não tem conceito de ódio e que seu conceito de vida gira em torno de "ganhar" (sobreviver e ganhar vida) ou "perder" (morrer e desaparecer). Ela diz que Haruo está "perdendo" e se oferece para "conectar a vida" com ele, mas ele recusa. Mais tarde, quando Maina faz a mesma oferta, ele percebe que foi ela quem o resgatou, e não sua irmã Miana, e aceita. Miana descobre Metphies se comunicando telepaticamente com Endurph. O Exif revela seus planos antes de capturá-la, enquanto ela contata telepaticamente Haruo e Maina.


Haruo confronta Metphies, que revela sua intenção de trazer o deus dos Exif. Ele é levado para uma área remota por gêmeas, e, eventualmente, uma delas compartilha a revelação de que Metphies tem mantido comunicações telepáticas com o Líder dos Exif, mostrando uma imagem mental de "Ghidorah".
Mais tarde, Metphies conduz um ritual com seus seguidores em conjunto com Endurph no Aratrum para invocar seu deus, Ghidorah, para derrotar Godzilla. Ghidorah se manifesta como uma sombra na Terra e parcialmente através de singularidades, devorando os seguidores de Metphies e destruindo o Aratrum em órbita antes de descer à Terra. Ghidorah então ataca Godzilla, que está indefeso contra o monstro intangível. Suas cabeças mordem Godzilla e drenam sua energia. Dr. Martin conclui que a verdadeira forma de Ghidorah existe em outro plano de existência e está sendo guiada por alguém em seu universo, Haruo descobre que é Metphies, que substituiu seu olho direito pelo amuleto que ele consertou com o nanometal. O povo de Metphies se dedicou a Ghidorah desde que aprendeu que o universo é finito e fadado à destruição, tendo oferecido milhares de planetas em todo o Braço de Órion para o monstro se alimentar. Prosseguindo para atacar Haruo telepaticamente, Metphies explica que o ódio do humano por Godzilla fez dele uma oferenda ideal e diz que Haruo deve se submeter a Ghidorah como sua testemunha para permitir sua plena manifestação.


Metphies coordena outra reunião na qual invoca Ghidorah, que surge como uma sombra e elimina seus seguidores. As cabeças de Ghidorah emergem de três vazios, uma delas destruindo a Aratrum. Godzilla desperta de seu sono e confronta Ghidorah, apenas para descobrir que ele é intangível e imune à sua respiração atômica. Cientistas teorizam que a verdadeira forma de Ghidorah existe em outro universo, e, portanto, somente sua energia se manifestou.
Maina e Dr. Martin usam o ovo do deus Houtuan para alcançar psiquicamente Haruo e revelar como impedir Ghidorah, Haruo descobrindo que Metphies orquestrou as mortes da tentativa de colonização do grupo de exploração do Exoplaneta Tau Ceti e para que pudessem ser "salvos". Ao mesmo tempo, Haruo relembra o encanto que perdeu no dia em que fugiu da Terra quando era menino. A sua imagem de flores lembra-lhe o significado do seu nome, “Primavera”, e o poder da esperança para superar o desespero. Haruo se liberta e quebra o amuleto de Metphies, fazendo com que Ghidorah seja afetado pela física da Terra e, como tal, seja derrotado por Godzilla. Metphies morre dizendo que Ghidorah sempre estará observando Haruo enquanto ele viver.


Haruo encontra Metphies novamente, que substituiu um de seus olhos com o amuleto de Ghidorah, permitindo a comunicação entre eles. Ele lança um ataque telepático contra Haruo, revelando que Ghidorah é o deus dos Exif, um ser intrínseco ao Caos, a quem oferecem planetas para consumo. Metphies busca a aceitação de Haruo, mas sua tentativa é interrompida por Mothra (ainda na forma de ovo), que revela que Metphies foi o responsável pela destruição da nave de seu avô no primeiro filme. Haruo se liberta e quebra o amuleto no olho de Metphies, retendo Ghidorah no plano terrestre. Isso permite que Godzilla destrua as cabeças de Ghidorah e emita sua respiração atômica nos vazios, fazendo-os explodir.
Após o banimento de Ghidorah desta dimensão, os sobreviventes enterram suas armas e se integram à sociedade Houtua. Maina fica grávida do filho de Haruo. Martin faz com que o último mecanismo Vulture restante funcione, tendo descoberto como usar o nanometal de Mechagodzilla no corpo de Yuko como uma ferramenta para reconstruir a civilização como ela era. O olho direito de Haruo arde ao ouvir a voz de Metphies dizendo que esta reviravolta garantiria o eventual retorno de Ghidorah à sua realidade e que o ciclo de destruição ameaçaria começar de novo. Levando Yuko com ele, Haruo provoca Godzilla a destruí-lo e a todos os vestígios do nanometal vivo para o bem dos Houtua. Isso evita que Ghidorah retorne enquanto os Houtua continuam a viver ao lado de Godzilla; tratar o kaiju como um desastre natural a ser respeitado e evitado, mas não combatido.


Com o tempo, os sobreviventes começam a viver em harmonia com os nativos, e uma das gêmeas está grávida do filho de Haruo. Ele descobre que os cientistas aprenderam a usar o Nano metal de Mecha-Godzilla no corpo de Yuko como uma ferramenta para reconstruir a civilização. No entanto, eles também percebem que Ghidorah poderá retornar no futuro para ameaçar novamente. Levando Yuko consigo, Haruo parte em uma nave recém-reconstruída em direção a Godzilla, que o vaporiza.
Anos depois, Maina, mostrando sinais de idade avançada, observa um grupo de crianças conduzindo um ritual em homenagem a Haruo, colocando cordas com nós representando seus medos no fogo sob uma efígie de madeira de um mech Abutre. Mesmo na morte, a história de Haruo é usada como um conto de advertência para as gerações futuras.


Em uma cena pós-créditos, em algum momento no futuro, os filhos dos nativos e dos sobreviventes realizam um ritual em homenagem a Haruo, em um santuário.


== Elenco de voz ==
== Elenco de voz ==
{| class="wikitable"
{| class="wikitable"
!'''Personagem'''
!Dublador
|-
|-
|Haruo Sakaki
! Personagens
|Mamoru Miyano
! Japonês [6]
! Inglês [ 3 ] [ 7 ]
|-
| Haruo Sakaki (ハルオ・サカキ)
| Mamoru Miyano
| Chris Niosi
|-
| Metphies (メトフィエス, Metfiesu)
| Takahiro Sakurai
| Lucien Dodge
|-
| Yuko Tani (ユウコ・タニ, Yuko Tani)
| Kana Hanazawa
| Cristina Vee
|-
|-
|Metáficas
| Martin Lazzari (マーティン・ラッザリ, Mātin Razzari)
|Takahiro Sakurai
| Tomokazu Sugita
| Eduardo Bosco
|-
|-
|Yuko Tani
| Adam Bindewald (アダム・ビンデバルト, Adamu Bindebarudo)
|Kana Hanazawa
| Yuki Kaji
| Robbie Daymond
|-
|-
|Martin Lazzari
| Maina (マイナ)
|Tomokazu Sugita
| Reina Ueda
| Kendall Gimbi
|-
|-
|Adam Bindewald
| Miana (ミアナ)
|Yuki Kaji
| Ari Ozawa
| Rachelle Heger
|-
|-
|Maina
| Eliott Leland (エリオット・リーランド, Eriotto Rīrando)
|Reina Ueda
| Daisuke Ono
| Daniel Boston
|-
|-
|Miana
| Unberto Mori (ウンベルト・モーリ, Unberuto Mōri)
|Ari Ozawa
| Kenyu Horiuchi
| Keith Silverstein
|-
|-
|Eliott Leland
| Halu-Elu Dolu-do (ハルエル・ドルド, Harueru Dorudo)
|Daisuke Ono
| Kazuya Nakai
| Douglas Stone
|-
|-
|Unberto Mori
| Munaku (ムナク)
|Kenyu Horiuchi
| Kazuhiro Yamaji
| -
|-
|-
|Halu-Elu Dolu-do
| Endurphe (エンダルフ, Endarufu)
|Kazuya Nakai
| Kazuhiro Yamaji
| Joe Ochman
|-
|-
|Endurph
| Haruka Sakaki (ハルカ・サカキ)
|Kazuhiro Yamaji
| Saori Hayami
| Laura Post
|-
|-
|Haruka Sakaki
| Akira Sakaki (アキラ・サカキ)
|Saori Hayami
| Kenichi Suzumura
| Daniel Boston
|-
|-
|Akira Sakaki
| Josh Emerson (ジョシュ・エマーソン, Josshu Emāson)
|Kenichi Suzumura
| Haruki Ishiya
| Bill Rogers
|-
|-
|Josh Emerson
| Marco Gione (マルコ・ジオーネ, Maruko Jiōne)
|
| Junichi Yanagita
| -
|-
|-
|Takeshi J. Hamamoto
| Takeshi J. Hamamoto (タケシ・J・ハマモト)
|
| Kanehiro Yamamoto
| Paulo São Pedro
|-
|-
|Mulu-Elu Galu-Gu
| Daichi Tani (ダイチ・タニ)
|
| Tomisaburō Horikoshi
| Paulo São Pedro
|-
|-
|Rilu-Elu Belu-be
| Mulu Elu Galu Gu (ムルエル・ガルグ, Murueru Garugu)
|
| Junichi Suwabe
| Taylor Henrique
|-
| Rilu-Elu Belu-be (リルエル・ベルベ, Rilueru Berube)
| Kenta Miyake
| Marrom rico
|}
|}


== Produção ==
== Produção ==
A versão dublada em inglês foi produzida pela Post Haste Digital. [3]


=== Música ===
=== Música ===
Takayuki Hattori voltou a compor a [[trilha sonora]], marcando sua quinta trilha sonora de Godzilla. XAI também voltou a apresentar a música tema do filme, ''Live and Die.''
 
Takayuki Hattori voltou a compor a trilha sonora, marcando-a como sua quinta trilha sonora de Godzilla. XAI também voltou a interpretar a música tema do filme Live and Die. [1]
 


=== Marketing ===
=== Marketing ===
Em [[maio]] de 2018, um cartaz promocional revelou o título do filme, a data de lançamento e a possível aparição do King Ghidorah. Em [[julho]] de 2018, o primeiro ''trailer'' do filme foi lançado. Em [[setembro]] de 2018, o pôster teatral do filme foi lançado. Em [[outubro]] de 2018, o trailer completo foi lançado.
 
Em maio de 2018, um teaser pôster revelou o título do filme, a data de lançamento e a possível aparição de King Ghidorah. [8] Em julho de 2018, o primeiro teaser trailer do filme foi lançado. [9] Em setembro de 2018, o pôster teatral do filme foi lançado. [10] Em outubro de 2018, o trailer completo foi lançado. [1]
 


== Lançamento ==
== Lançamento ==
''Godzilla: The Planet Eater'' estreou como o filme de encerramento no [[Festival Internacional de Cinema de Tóquio]], em [[3 de novembro]] de 2018; e foi lançado no Japão em [[9 de novembro]] de 2018. O filme foi lançado mundialmente pela Netflix em 9 de janeiro de 2019.


=== Recepção crítica ===
Joshua Meyer, da SlashFilm, declarou: "E''m vez de voltar a ser um grande filme de monstros idiotas, The Planet Eater consegue equilibrar sua ação kaiju com preocupações de vida e morte enquanto encadeia tópicos de drama de personagens tramados pela trilogia na totalidade. O filme brinca com temas ricos que podem deixar você pensando (ou coçando a cabeça) enquanto espera pela cena de pós-créditos."''


{{Referências|título=Referências|nível=2|extra=}}
=== Teatral e streaming ===
 
Godzilla: The Planet Eater estreou como filme de encerramento no Festival Internacional de Cinema de Tóquio em 3 de novembro de 2018 e foi lançado nos cinemas no Japão em 9 de novembro de 2018. [1] Lançado em 158 cinemas japoneses, o filme estreou em sexto lugar nas bilheterias e arrecadou ¥ 100 milhões nos primeiros três dias, [11] terminando com um cume de US$ 1,5 milhão. [2] O filme foi lançado mundialmente na Netflix em 9 de janeiro de 2019. [12]
 
 
=== Resposta crítica ===
 
O filme recebeu críticas negativas após seu lançamento. Joshua Meyer de /Film declarou: "Em vez de voltar a um grande filme de monstro idiota, The Planet Eater é capaz de equilibrar sua ação kaiju com preocupações de vida ou morte enquanto envolve fios de drama de personagem tecidos pela trilogia como um todo. O filme brinca com temas ricos que podem deixar você pensando (ou coçando a cabeça) enquanto espera pela cena pós-créditos." [13] Naoya Fujita do IGN deu ao filme uma classificação de 8,0. Fujita sentiu que passar pela Parte 1 e Parte 2 foi uma "tarefa", mas sentiu que a Parte 3 deu uma "recompensa forte e mais emocional", afirmando: "Embora tenha demorado um pouco para chegar lá, a trilogia animada Godzilla termina com um capítulo fascinante que - embora inesperado - é digno da franquia." [14] Patrick Galvan da Syfy Wire chamou o filme de "o melhor dos três filmes", elogiando a expansão do filme em suas idéias, em vez de abandoná-las como os dois filmes anteriores, mas sentiu que ainda não redimiu a trilogia, afirmando que o filme "tem algumas coisas a seu favor que faltavam em seus dois antecessores, mas mesmo assim falha - assim como eles - em se elevar acima do muro da mediocridade que tornou esta saga de três filmes o trecho mais enfadonho da história do Godzilla franquia até o momento." [15]
 
Daniel Kurland, do Den of Geek, concedeu ao filme 3 estrelas de 5, sentindo que a animação era "sem brilho" com efeitos CG "lamentáveis" e a pontuação de Hattori era "questionável". Ele sentiu que a batalha entre Godzilla e Ghidorah foi "monótona" e poderia ter sido coreografada melhor, mas elogiou os temas do filme e concluiu afirmando: "Godzilla pode claramente se destacar no mundo do anime." [16] Richard Eisenbeis da Anime News Network concedeu ao filme uma classificação geral B, elogiando a versão do anime de Ghidorah como "uma versão incrível de um personagem icônico", mas criticou a batalha entre Godzilla e Ghidorah, chamando-a de "a parte mais chata do filme". Ele também elogiou os temas do filme de niilismo, esperança e harmonia com a natureza, mas também os chamou de "polarizadores", afirmando: "É uma mensagem bastante extrema, mas está longe de ser o primeiro filme pró-ambiental Godzilla. No mínimo, você ficará refletindo sobre isso enquanto os créditos rolam, o que provavelmente é exatamente o que os cineastas pretendiam." [17]


==Ligações Externas==
Kai Hellberg do The Daily Free Press criticou a dublagem inglesa, chamando-a de "embelezada" e criticou particularmente a entrega melodramática de Haruo. Ele também sentiu que a música estava "fora do lugar" e concluiu afirmando: "não foi um fracasso total. Certamente há cenas cativantes e animações lindas. Mas seu principal defeito é tentar ser mimado pelo legado de Godzilla, sob o pretexto de ser uma versão moderna da franquia." [18] Anthony Wendel do Popaxiom afirmou que o filme "não salva a série de filmes. Em vez disso, encontra uma maneira de piorar tudo e deixar um gosto completamente amargo depois que o filme chega ao fim". Ele sentiu o papel de Metphi como "porta-voz de Ghidorah" se arrastando e sentiu que a batalha entre Godzilla e Ghidorah era "monótona". Ele concluiu afirmando que o filme "desperdiça qualquer potencial para salvar a série e é um filme incrivelmente decepcionante no geral. A sensação de assistir a este filme lembra a de assistir a decepção do filme Godzilla que a Sony fez em 1998." [19]
*[https://wikizilla.org/wiki/GODZILLA:_The_Planet_Eater Wiki Oficial de Godzilla]
*[https://godzilla.com/ Site oficial de Godzilla]
{{sem infocaixa}}
{{semtitprt}} <!-- IMDB não serve como fonte -->
{{semtitbra}} <!-- IMDB não serve como fonte -->
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[[Categoria:Filmes de anime]]
== Fontes ==
[[Categoria:Filmes do Japão de 2018]]
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[[Categoria:Filmes de anime de 2018]]
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[[Categoria:Filmes em língua japonesa]]
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[[Categoria:Filmes de Godzilla]]
* Conteúdo precisa ser revisado e adaptado ao padrão editorial da Wiki TokuDrive.


[[Categoria:Importado da Wikipédia]]
[[Categoria:Importado da Wikipédia por URL]]
[[Categoria:A revisar]]
[[Categoria:A revisar]]

Edição atual tal como às 07h19min de 29 de junho de 2026


Godzilla: The Planet Eater
250px-Anime_Godzilla_3.jpg
Kanji ゴジラ星を喰う者
Transcrições Transcrições revisadas de Hepburn Gojira: Hoshi wo Kū-mono
Hepburn revisada Gojira: Hoshi wo Kū-mono
Direção Kobun Shizuno Hiroyuki Seshita
Roteiro de Gen Urobuchi
História por Gen Urobuchi [a]
Produzido por Takashi Yoshizawa
Elenco Mamoru Miyano Takahiro Sakurai Tomokazu Sugita Yuki Kaji
Música de Takayuki Hattori
Produtoras Imagens de polígono Animação Toho
Distribuído por Toho Visual Entertainment [1] (Japão) Netflix (em todo o mundo)
Datas de lançamento 3 de novembro de 2018 (03/11/2018) (Tóquio) 9 de novembro de 2018 (09/11/2018) (Japão)
Duração 91 minutos [2]
País Japão
Idioma japonês
Bilheteria US$ 1,5 milhão [2]

Godzilla: The Planet Eater (ゴジラ星を喰う者, Gojira Hoshi wo Kū-mono) [b] é um filme japonês de animação por computador de 2018 kaiju dirigido por Kōbun Shizuno e Hiroyuki Seshita. Produzido e animado pela Toho Animation e Polygon Pictures, em associação com a Netflix, é o 34º filme da franquia Godzilla, o 32º filme Godzilla produzido pela Toho, o último filme da trilogia de anime da franquia e o quarto filme da era Reiwa da franquia. [c]

Godzilla: The Planet Eater conclui a narrativa da trilogia de anime, ocorrendo após os acontecimentos de Godzilla: Planeta dos Monstros e Godzilla: Cidade no Limite da Batalha. O filme segue a humanidade e seus aliados extraterrestres, enquanto eles contam com Godzilla para derrotar o destruidor de planetas, Rei Ghidorah. Godzilla: The Planet Eater foi lançado nos cinemas no Japão em 9 de novembro de 2018 e foi lançado mundialmente na Netflix em 9 de janeiro de 2019.


Enredo

Após a destruição da cidade de Mechagodzilla, [d] os Bilusaludo restantes a bordo do Aratrum exigem justiça para Haruo destruindo o que eles consideraram necessário para derrotar Godzilla. Os humanos discordam, acreditando que Haruo expôs as verdadeiras intenções do Bilusaludo de assimilar a Terra. A revolta de Bilusaludo e o fechamento da casa de máquinas do navio, obrigando o navio a funcionar com baterias secundárias pelos próximos dois dias. Na Terra, o Dr. Martin diz a Haruo que Yuko está com morte cerebral, com o nanometal em seu corpo mantendo-a viva. Aqueles tratados pelos Houtua sobreviveram à tentativa do nanometal de absorvê-los, com Methphies enganando os sobreviventes fazendo-os acreditar que sua sobrevivência foi uma intervenção divina. Methphies planeja trazer o deus dos Exifs para a Terra e precisa da ajuda de Haruo para tornar isso possível. Dr. Martin aconselha Haruo a se esconder até que a tensão diminua.

Haruo é escoltado até um acampamento remoto pelas gêmeas Houtua, Maina e Miana. Miana explica em particular a Haruo que seu povo não tem conceito de ódio e que seu conceito de vida gira em torno de "ganhar" (sobreviver e ganhar vida) ou "perder" (morrer e desaparecer). Ela diz que Haruo está "perdendo" e se oferece para "conectar a vida" com ele, mas ele recusa. Mais tarde, quando Maina faz a mesma oferta, ele percebe que foi ela quem o resgatou, e não sua irmã Miana, e aceita. Miana descobre Metphies se comunicando telepaticamente com Endurph. O Exif revela seus planos antes de capturá-la, enquanto ela contata telepaticamente Haruo e Maina.

Mais tarde, Metphies conduz um ritual com seus seguidores em conjunto com Endurph no Aratrum para invocar seu deus, Ghidorah, para derrotar Godzilla. Ghidorah se manifesta como uma sombra na Terra e parcialmente através de singularidades, devorando os seguidores de Metphies e destruindo o Aratrum em órbita antes de descer à Terra. Ghidorah então ataca Godzilla, que está indefeso contra o monstro intangível. Suas cabeças mordem Godzilla e drenam sua energia. Dr. Martin conclui que a verdadeira forma de Ghidorah existe em outro plano de existência e está sendo guiada por alguém em seu universo, Haruo descobre que é Metphies, que substituiu seu olho direito pelo amuleto que ele consertou com o nanometal. O povo de Metphies se dedicou a Ghidorah desde que aprendeu que o universo é finito e fadado à destruição, tendo oferecido milhares de planetas em todo o Braço de Órion para o monstro se alimentar. Prosseguindo para atacar Haruo telepaticamente, Metphies explica que o ódio do humano por Godzilla fez dele uma oferenda ideal e diz que Haruo deve se submeter a Ghidorah como sua testemunha para permitir sua plena manifestação.

Maina e Dr. Martin usam o ovo do deus Houtuan para alcançar psiquicamente Haruo e revelar como impedir Ghidorah, Haruo descobrindo que Metphies orquestrou as mortes da tentativa de colonização do grupo de exploração do Exoplaneta Tau Ceti e para que pudessem ser "salvos". Ao mesmo tempo, Haruo relembra o encanto que perdeu no dia em que fugiu da Terra quando era menino. A sua imagem de flores lembra-lhe o significado do seu nome, “Primavera”, e o poder da esperança para superar o desespero. Haruo se liberta e quebra o amuleto de Metphies, fazendo com que Ghidorah seja afetado pela física da Terra e, como tal, seja derrotado por Godzilla. Metphies morre dizendo que Ghidorah sempre estará observando Haruo enquanto ele viver.

Após o banimento de Ghidorah desta dimensão, os sobreviventes enterram suas armas e se integram à sociedade Houtua. Maina fica grávida do filho de Haruo. Martin faz com que o último mecanismo Vulture restante funcione, tendo descoberto como usar o nanometal de Mechagodzilla no corpo de Yuko como uma ferramenta para reconstruir a civilização como ela era. O olho direito de Haruo arde ao ouvir a voz de Metphies dizendo que esta reviravolta garantiria o eventual retorno de Ghidorah à sua realidade e que o ciclo de destruição ameaçaria começar de novo. Levando Yuko com ele, Haruo provoca Godzilla a destruí-lo e a todos os vestígios do nanometal vivo para o bem dos Houtua. Isso evita que Ghidorah retorne enquanto os Houtua continuam a viver ao lado de Godzilla; tratar o kaiju como um desastre natural a ser respeitado e evitado, mas não combatido.

Anos depois, Maina, mostrando sinais de idade avançada, observa um grupo de crianças conduzindo um ritual em homenagem a Haruo, colocando cordas com nós representando seus medos no fogo sob uma efígie de madeira de um mech Abutre. Mesmo na morte, a história de Haruo é usada como um conto de advertência para as gerações futuras.


Elenco de voz

Personagens Japonês [6] Inglês [ 3 ] [ 7 ]
Haruo Sakaki (ハルオ・サカキ) Mamoru Miyano Chris Niosi
Metphies (メトフィエス, Metfiesu) Takahiro Sakurai Lucien Dodge
Yuko Tani (ユウコ・タニ, Yuko Tani) Kana Hanazawa Cristina Vee
Martin Lazzari (マーティン・ラッザリ, Mātin Razzari) Tomokazu Sugita Eduardo Bosco
Adam Bindewald (アダム・ビンデバルト, Adamu Bindebarudo) Yuki Kaji Robbie Daymond
Maina (マイナ) Reina Ueda Kendall Gimbi
Miana (ミアナ) Ari Ozawa Rachelle Heger
Eliott Leland (エリオット・リーランド, Eriotto Rīrando) Daisuke Ono Daniel Boston
Unberto Mori (ウンベルト・モーリ, Unberuto Mōri) Kenyu Horiuchi Keith Silverstein
Halu-Elu Dolu-do (ハルエル・ドルド, Harueru Dorudo) Kazuya Nakai Douglas Stone
Munaku (ムナク) Kazuhiro Yamaji -
Endurphe (エンダルフ, Endarufu) Kazuhiro Yamaji Joe Ochman
Haruka Sakaki (ハルカ・サカキ) Saori Hayami Laura Post
Akira Sakaki (アキラ・サカキ) Kenichi Suzumura Daniel Boston
Josh Emerson (ジョシュ・エマーソン, Josshu Emāson) Haruki Ishiya Bill Rogers
Marco Gione (マルコ・ジオーネ, Maruko Jiōne) Junichi Yanagita -
Takeshi J. Hamamoto (タケシ・J・ハマモト) Kanehiro Yamamoto Paulo São Pedro
Daichi Tani (ダイチ・タニ) Tomisaburō Horikoshi Paulo São Pedro
Mulu Elu Galu Gu (ムルエル・ガルグ, Murueru Garugu) Junichi Suwabe Taylor Henrique
Rilu-Elu Belu-be (リルエル・ベルベ, Rilueru Berube) Kenta Miyake Marrom rico


Produção

A versão dublada em inglês foi produzida pela Post Haste Digital. [3]


Música

Takayuki Hattori voltou a compor a trilha sonora, marcando-a como sua quinta trilha sonora de Godzilla. XAI também voltou a interpretar a música tema do filme Live and Die. [1]


Marketing

Em maio de 2018, um teaser pôster revelou o título do filme, a data de lançamento e a possível aparição de King Ghidorah. [8] Em julho de 2018, o primeiro teaser trailer do filme foi lançado. [9] Em setembro de 2018, o pôster teatral do filme foi lançado. [10] Em outubro de 2018, o trailer completo foi lançado. [1]


Lançamento

Teatral e streaming

Godzilla: The Planet Eater estreou como filme de encerramento no Festival Internacional de Cinema de Tóquio em 3 de novembro de 2018 e foi lançado nos cinemas no Japão em 9 de novembro de 2018. [1] Lançado em 158 cinemas japoneses, o filme estreou em sexto lugar nas bilheterias e arrecadou ¥ 100 milhões nos primeiros três dias, [11] terminando com um cume de US$ 1,5 milhão. [2] O filme foi lançado mundialmente na Netflix em 9 de janeiro de 2019. [12]


Resposta crítica

O filme recebeu críticas negativas após seu lançamento. Joshua Meyer de /Film declarou: "Em vez de voltar a um grande filme de monstro idiota, The Planet Eater é capaz de equilibrar sua ação kaiju com preocupações de vida ou morte enquanto envolve fios de drama de personagem tecidos pela trilogia como um todo. O filme brinca com temas ricos que podem deixar você pensando (ou coçando a cabeça) enquanto espera pela cena pós-créditos." [13] Naoya Fujita do IGN deu ao filme uma classificação de 8,0. Fujita sentiu que passar pela Parte 1 e Parte 2 foi uma "tarefa", mas sentiu que a Parte 3 deu uma "recompensa forte e mais emocional", afirmando: "Embora tenha demorado um pouco para chegar lá, a trilogia animada Godzilla termina com um capítulo fascinante que - embora inesperado - é digno da franquia." [14] Patrick Galvan da Syfy Wire chamou o filme de "o melhor dos três filmes", elogiando a expansão do filme em suas idéias, em vez de abandoná-las como os dois filmes anteriores, mas sentiu que ainda não redimiu a trilogia, afirmando que o filme "tem algumas coisas a seu favor que faltavam em seus dois antecessores, mas mesmo assim falha - assim como eles - em se elevar acima do muro da mediocridade que tornou esta saga de três filmes o trecho mais enfadonho da história do Godzilla franquia até o momento." [15]

Daniel Kurland, do Den of Geek, concedeu ao filme 3 estrelas de 5, sentindo que a animação era "sem brilho" com efeitos CG "lamentáveis" e a pontuação de Hattori era "questionável". Ele sentiu que a batalha entre Godzilla e Ghidorah foi "monótona" e poderia ter sido coreografada melhor, mas elogiou os temas do filme e concluiu afirmando: "Godzilla pode claramente se destacar no mundo do anime." [16] Richard Eisenbeis da Anime News Network concedeu ao filme uma classificação geral B, elogiando a versão do anime de Ghidorah como "uma versão incrível de um personagem icônico", mas criticou a batalha entre Godzilla e Ghidorah, chamando-a de "a parte mais chata do filme". Ele também elogiou os temas do filme de niilismo, esperança e harmonia com a natureza, mas também os chamou de "polarizadores", afirmando: "É uma mensagem bastante extrema, mas está longe de ser o primeiro filme pró-ambiental Godzilla. No mínimo, você ficará refletindo sobre isso enquanto os créditos rolam, o que provavelmente é exatamente o que os cineastas pretendiam." [17]

Kai Hellberg do The Daily Free Press criticou a dublagem inglesa, chamando-a de "embelezada" e criticou particularmente a entrega melodramática de Haruo. Ele também sentiu que a música estava "fora do lugar" e concluiu afirmando: "não foi um fracasso total. Certamente há cenas cativantes e animações lindas. Mas seu principal defeito é tentar ser mimado pelo legado de Godzilla, sob o pretexto de ser uma versão moderna da franquia." [18] Anthony Wendel do Popaxiom afirmou que o filme "não salva a série de filmes. Em vez disso, encontra uma maneira de piorar tudo e deixar um gosto completamente amargo depois que o filme chega ao fim". Ele sentiu o papel de Metphi como "porta-voz de Ghidorah" se arrastando e sentiu que a batalha entre Godzilla e Ghidorah era "monótona". Ele concluiu afirmando que o filme "desperdiça qualquer potencial para salvar a série e é um filme incrivelmente decepcionante no geral. A sensação de assistir a este filme lembra a de assistir a decepção do filme Godzilla que a Sony fez em 1998." [19]

Fontes